Apuração
Deputado estadual · 2006 · MDB

Dilson Deguti

Dilson Deguti Vieira · nasceu em 1960

Dilson Deguti disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Mato Grosso do Sul), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoMDB2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 45 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    MDB 15123· centro
    suplente8.425 votos; 43º mais votado de 172 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Dilson Deguti teve 8.425 votos para deputado estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 172 candidatos.

Recebeu votos em 72 cidades. Fátima do Sul deu 38,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.

8.425 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 8.425 votos.
  1. Fátima do Sul (MS)3.267 votos38,8%
  2. Dourados (MS)941 votos11,2%
  3. Campo Grande (MS)913 votos10,8%
  4. Vicentina (MS)641 votos7,6%
  5. Rio Brilhante (MS)635 votos7,5%
  6. Outras 57 cidades545 votos6,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Dilson Deguti declarou R$ 545,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 545,9 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 183.041 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso do Sul em 2006.

  • Dilson DegutiR$ 545,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 198,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 545,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Capital social do frigorifico dal lago LTDAR$ 357,9 mil
    Empresas e participações
  2. Lote urbanos n° municipiosR$ 89,5 mil
    Imóveis
  3. Saldo em caixa domiciliarR$ 47,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Um lote rural de terraR$ 37,1 mil
    Bens rurais e animais
  5. Benfeitorias relaizadas no imovel lote rural n° 09R$ 13,8 mil
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Dilson Deguti declarou ao TSE R$ 182 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · MDB · suplente

De onde veio

R$ 182,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 20 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 182,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas20 pessoas, não nomeadasR$ 26,9 mil14,8%
  2. Outros candidatosR$ 7.1193,9%

Para onde foi

R$ 182,4 mil
O maior gasto foi com escritório: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 182,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços74 pessoas, não nomeadasR$ 49,8 mil27,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 60,2 por voto. Quem venceu, Jerson Domingos, gastou R$ 29 por voto. O voto mais caro custou R$ 208; o mais barato, R$ 29.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 46 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.