Dilso Cimarosti - Fio
Dilso Angelo Cimarosti · nasceu em 1974
Dilso Cimarosti - Fio se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dilso Cimarosti - Fio declarou R$ 163 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 80,1 mil acima da inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Dilso Cimarosti - FioR$ 163 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dilso Cimarosti - Fio declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio dos Índios (RS) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 29146,2%
- Material impressoR$ 17828,2%
- ServiçosR$ 16225,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio dos Índios (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 12,8 por voto. Quem venceu, Jaques De Col, gastou R$ 8,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 32; o mais barato, R$ 8,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antonio Betlisnki PTR$ 1,5 mil · 48 votosR$ 32
- Mario De Araujo PTR$ 2,6 mil · 112 votosR$ 23,3
- Laurindo Bilini PTR$ 1,6 mil · 77 votosR$ 21
- Ivete Giolo PDTR$ 1,3 mil · 68 votosR$ 19,5
- Tania Mara Tizziani PDTR$ 1,9 mil · 106 votosR$ 18
- Joao Malacarne PTR$ 1,2 mil · 83 votosR$ 14,5
- Gene PPR$ 1,1 mil · 89 votosR$ 12,8
- Loivo MDBR$ 1,7 mil · 132 votosR$ 12,6
- Aldir Antonio Mulineth PPR$ 1,6 mil · 143 votosR$ 10,9
- Cleber PDTR$ 2,3 mil · 235 votosR$ 9,67
- Eliane Civa PPR$ 1,3 mil · 132 votosR$ 9,57
- Jaques De Col PDTR$ 1,4 mil · 169 votosR$ 8,20
Votos por real
- 2016, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.