Dilaia
Darli do Livramento Alvim · nasceu em 1948
Dilaia se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), MDB (2008–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 72 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dilaia declarou R$ 107,7 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 59,2 mil acima da inflação.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- DilaiaR$ 107,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dilaia declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Dores de Campos (MG) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 30074,4%
- Fundo eleitoralR$ 10325,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 28395,2%
- EscritórioR$ 144,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Dores de Campos (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 3,77 por voto. Quem venceu, Guilherme Do Valtinho, gastou R$ 1,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 10,9; o mais barato, R$ 1,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleomar Da Nadir MDBR$ 2,6 mil · 240 votosR$ 10,9
- Reginaldo Do Catete DEMR$ 1 mil · 160 votosR$ 6,34
- Belinho Da Mercearia DEMR$ 1,3 mil · 214 votosR$ 6,08
- Merson Do Cassimiro MDBR$ 1,5 mil · 282 votosR$ 5,15
- Batata Do Élio Ávila DEMR$ 1,1 mil · 261 votosR$ 4,23
- Elaine Do Totone DEMR$ 974 · 258 votosR$ 3,77
- Andrezinho Do Zé Julio MDBR$ 1,2 mil · 319 votosR$ 3,77
- Agostinho Da Darci DEMR$ 1,7 mil · 639 votosR$ 2,64
- Cassius Do Totinho MDBR$ 672 · 260 votosR$ 2,59
- Lalinho DEMR$ 826 · 371 votosR$ 2,23
- Cimerco MDBR$ 678 · 327 votosR$ 2,07
- Guilherme Do Valtinho MDBR$ 1 mil · 776 votosR$ 1,34
Votos por real
- 2020, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 202 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.