Dijalma da Dengue
Dijalma Fernandes Moreira · nasceu em 1980
Dijalma da Dengue se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 3 partidos: PL (2016), PSC (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 44 anos, ensino médio, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dijalma da Dengue declarou R$ 746,2 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 440,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Dijalma da DengueR$ 746,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Uma casa residencial e terreno localizada na Rua Oscar…R$ 662,8 milCasa
- Um Sito localizado em São João da Serra denominado Fazenda…R$ 55,2 milOutros bens imóveis rural
- Saldo em conta corrente do banco do BrasilR$ 11,4 milConta corrente no país
- Saldo em conta corrente do banco do ITAUR$ 11,2 milConta corrente no país
- Uma motocicleta da marca HONDA/NXR BROS 2012R$ 5.523Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dijalma da Dengue declarou ao TSE R$ 9,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,7 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Malacacheta (MG) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.15955,4%
- PessoasR$ 81538,9%
- Outros candidatosR$ 1205,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.15458,4%
- ServiçosR$ 82041,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Malacacheta (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 46,2 por voto. Quem venceu, Roberto Capixaba, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 7.978; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jaqueline Bianca MDBR$ 16 mil · 2 votosR$ 7.978
- Sueli Alves MDBR$ 16 mil · 5 votosR$ 3.227
- Flavia Couy MDBR$ 16 mil · 13 votosR$ 1.262
- Tica De Jaguaritira MDBR$ 16 mil · 13 votosR$ 1.260
- Bianca Do Junco MDBR$ 16 mil · 39 votosR$ 409
- Wladimar Do Esporte PSDR$ 6,1 mil · 96 votosR$ 63,1
- Valdecy Pezão PPR$ 4,6 mil · 100 votosR$ 46,2
- Carlos Rocha PSDR$ 6,2 mil · 201 votosR$ 30,6
- Renato Couy AVANTER$ 5,5 mil · 201 votosR$ 27,2
- Edmar PSDR$ 4,2 mil · 164 votosR$ 25,5
- Chanrlim De Cô AVANTER$ 6,5 mil · 351 votosR$ 18,6
- Roberto Capixaba UNIÃOR$ 4,5 mil · 444 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2024, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.