Diemerson Aciel Borghardt
nasceu em 1988
Diemerson Aciel Borghardt disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Victor Graeff (RS)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, superior completo, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Diemerson Aciel Borghardt declarou R$ 190,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Diemerson Aciel BorghardtR$ 190,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 12 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em espécieR$ 105,6 milDinheiro em espécie
- Casa residencial em construçãoR$ 25,1 milConstrução
- Sicredinvest pos fixado em cdiR$ 15,7 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Terreno urbanoR$ 9.748Terreno
- Cota capital sicredi alto jacuiR$ 9.706Quotas ou quinhões de capital
- Poupança habitacional CEF ag 0594R$ 9.540Poupança para construção ou aquisição de bem imóvel
- Consórcio não contempladoR$ 4.686Consórcio não contemplado
- BB renda fixa lo 100 ag victor graeffR$ 4.541Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Caixa vida e previdencia S/A contribuições VGBLR$ 2.275Outras aplicações
- Cota capital integralizada na cotrijalR$ 2.146Quotas ou quinhões de capital
- Conta corrente sicredi alto jacuiR$ 598Conta corrente no país
- Sicreinvest automáticoR$ 479Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Diemerson Aciel Borghardt declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, em reais de hoje, 8,9% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Victor Graeff (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.81877,3%
- PessoasR$ 32413,8%
- Fundo partidárioR$ 2108,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.05945%
- ServiçosR$ 48620,6%
- OutrosR$ 32413,8%
- Material impressoR$ 32213,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1626,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Victor Graeff (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 41 por voto. Quem venceu, Ademar Jacó Hahn, gastou R$ 19,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 19,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Odete Prestes PDTR$ 3,2 mil · 21 votosR$ 152
- Gersi Vieira PDTR$ 3,2 mil · 35 votosR$ 92,5
- Dirne Wolfart PDTR$ 5,2 mil · 71 votosR$ 73,8
- Gilberto Musscopp PDTR$ 3,8 mil · 77 votosR$ 49,4
- Irno Noa PDTR$ 4,2 mil · 102 votosR$ 41,1
- Marcio Howe PDTR$ 6,9 mil · 169 votosR$ 41
- Tavinho PDTR$ 3,6 mil · 96 votosR$ 37,7
- Adriana Muhl Neuhaus PDTR$ 3,5 mil · 129 votosR$ 27,1
- Adriano R, Mattge PDTR$ 5,1 mil · 188 votosR$ 27,1
- Paulo Godoi MDBR$ 3,7 mil · 171 votosR$ 21,5
- Ademar Jacó Hahn PDTR$ 2,8 mil · 142 votosR$ 19,9
Votos por real
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.