Dieli
Dieli Cristina Bonifacio de Azevedo · nasceu em 1987
Dieli se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 24 anos, até o fundamental, dona de casa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dieli declarou R$ 75,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- DieliR$ 75,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dieli declarou ao TSE R$ 178 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 97.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Gastão Vidigal (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Gastão Vidigal (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 17,3 por voto. Quem venceu, Fabrício Hernandes, gastou R$ 7,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 6,64.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Milo PSBR$ 2,2 mil · 17 votosR$ 132
- Reverson-Reve-Revin-Revão PTR$ 2,8 mil · 57 votosR$ 48,3
- Jair CIDADANIAR$ 2,2 mil · 47 votosR$ 47,7
- Bel CIDADANIAR$ 2,2 mil · 77 votosR$ 29,1
- Dr. Delfim PTBR$ 988 · 38 votosR$ 26
- Marquinho CIDADANIAR$ 2,2 mil · 96 votosR$ 23,4
- Val PDTR$ 2,3 mil · 131 votosR$ 17,3
- Eduardo Lagoeiro PSBR$ 2,2 mil · 141 votosR$ 15,9
- Nino PSBR$ 2,2 mil · 157 votosR$ 14,3
- Moacir PTBR$ 1,5 mil · 182 votosR$ 7,99
- Fabrício Hernandes PTR$ 1,2 mil · 168 votosR$ 7,25
- Daniel-Gordão PTR$ 498 · 75 votosR$ 6,64
Votos por real
- 2012, vereadora: 1 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 52 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.