Diego Renato Signor
nasceu em 1986
Diego Renato Signor disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Campos Borges (RS)), pelo PSB: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Diego Renato Signor declarou R$ 18,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 26% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Diego Renato SignorR$ 18,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Diego Renato Signor declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Campos Borges (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.61957,8%
- Próprio bolsoR$ 1.18242,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.61957,8%
- Material impressoR$ 69624,9%
- TransporteR$ 48617,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Campos Borges (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 63,2 por voto. Quem venceu, Andrei Scherer Pereira, gastou R$ 38,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 251; o mais barato, R$ 38,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celia Vilma De Bairros MDBR$ 4,3 mil · 17 votosR$ 251
- Marchese MDBR$ 5,2 mil · 54 votosR$ 96,5
- Fatima Maier PTBR$ 4,6 mil · 60 votosR$ 76,2
- Baruio PPR$ 5,7 mil · 80 votosR$ 71,8
- Danilo MDBR$ 5,4 mil · 81 votosR$ 66,2
- Jose Wedy Moraes PPR$ 5,9 mil · 93 votosR$ 63,5
- Flavio Scheibler MDBR$ 4 mil · 63 votosR$ 63,2
- Jocenir Maciel Lopes - Goró PTBR$ 5,2 mil · 84 votosR$ 62
- Ito Pierezan MDBR$ 4,4 mil · 86 votosR$ 51,7
- Ameris R Lira Hartmann MDBR$ 4,5 mil · 93 votosR$ 48,8
- Tiaraju PTBR$ 6,9 mil · 156 votosR$ 44,3
- Andrei Scherer Pereira MDBR$ 4,8 mil · 123 votosR$ 38,8
Votos por real
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.