Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Diego Mena

Diego Oliveira Mena · nasceu em 1984

Diego Mena se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012DEM2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: DEM (2008–2012), PSDB (2016).

VereadorPartidoDEMPSDB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, ensino médio, cozinheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Chuí (RS)
    PSDB 45123· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Vereador · Chuí (RS)
    DEM 25601· direita
    eleito122 votos
  3. 2008
    Vereador · Chuí (RS)
    DEM 25601· direita
    eleito193 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Diego Mena declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Chuí (RS) · PSDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 980
4,1% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 980.
  1. PessoasR$ 71272,7%
  2. Outros candidatosR$ 22723,1%
  3. Fundo partidárioR$ 404,1%

Para onde foi

R$ 980
O maior gasto foi com serviços: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 980.
  1. ServiçosR$ 71272,7%
  2. Material impressoR$ 26727,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Chuí (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 85,4 por voto. Quem venceu, Luis Despachante, gastou R$ 16,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 9.099; o mais barato, R$ 16,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Zezé PLR$ 73 mil · 8 votosR$ 9.099
  • Joao Carlos Souza PTBR$ 13 mil · 40 votosR$ 322
  • Maruca CIDADANIAR$ 5,8 mil · 23 votosR$ 253
  • Andre Fabra PLR$ 7,7 mil · 75 votosR$ 102
  • Marçal Saldivia PDTR$ 4,4 mil · 43 votosR$ 102
  • Maninho DEMR$ 13 mil · 125 votosR$ 101
  • Silmar DEMR$ 5,2 mil · 61 votosR$ 85,4
  • Teté DEMR$ 5,6 mil · 75 votosR$ 74,6
  • Miguel Pereira PPR$ 4 mil · 80 votosR$ 50,4
  • Prof. Sandra Havemann DEMR$ 7,2 mil · 168 votosR$ 42,6
  • Alencar PTR$ 6,4 mil · 359 votosR$ 17,9
  • Luis Despachante PPR$ 4,6 mil · 288 votosR$ 16,1

Votos por real

  • 2012, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.