Didiu
Orismar Carolino de Souza · nasceu em 1967
Didiu se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 5 partidos: DEM (2004), PDT (2008), PSD (2012), PP (2016), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Didiu declarou R$ 26,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 29,7 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- DidiuR$ 26,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Didiu declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio das Pedras (SP) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Rio das Pedras (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,7 por voto. Quem venceu, Carlos Sicca, gastou R$ 7,06 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,5; o mais barato, R$ 7,06.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlão Da Saúde PTR$ 12 mil · 157 votosR$ 73,5
- Reinaldo Da S.O.S. PSDBR$ 8,3 mil · 186 votosR$ 44,7
- Ana Paula Da Farmacia PRPR$ 4,4 mil · 214 votosR$ 20,7
- Queijão CIDADANIAR$ 5,2 mil · 269 votosR$ 19,5
- Joaquim Afonso Cachorro CIDADANIAR$ 6 mil · 313 votosR$ 19,1
- Nivaldo Do Deposito PRPR$ 5,2 mil · 290 votosR$ 18,1
- Edyson Marconato PSDBR$ 5,9 mil · 356 votosR$ 16,7
- Ilzanete / Nega CIDADANIAR$ 4,8 mil · 322 votosR$ 14,9
- Vanderley Canela PTR$ 5,2 mil · 444 votosR$ 11,8
- Tutinho DEMR$ 4,5 mil · 497 votosR$ 9,02
- Nabuco PSDBR$ 4 mil · 571 votosR$ 7,07
- Carlos Sicca PVR$ 6,9 mil · 977 votosR$ 7,06
Votos por real
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 199 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 404 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 164 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.