Didio
Luiz Carlos Frizzo · nasceu em 1957
Didio se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PL (2012), PSD (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Didio declarou R$ 461 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 985,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- DidioR$ 461 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovél de herançaR$ 311,3 milOutros bens imóveis
- CarroR$ 62,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Prédio comercialR$ 54,6 milPrédio comercial
- Partilha de bensR$ 25,3 milTerreno
- MicroempresaR$ 7.326Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Didio declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tarumã (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.66070,2%
- Fundo partidárioR$ 36215,3%
- Outros candidatosR$ 34114,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tarumã (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 108 por voto. Quem venceu, Ronaldo Sepulveda, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 943; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gabriela Fidelis PLR$ 5,7 mil · 6 votosR$ 943
- Leni Botelho PSDBR$ 14 mil · 15 votosR$ 943
- Keli PSDBR$ 14 mil · 18 votosR$ 786
- Maria Alice Fernandes PSDBR$ 14 mil · 22 votosR$ 643
- Regina Silva PLR$ 5,7 mil · 20 votosR$ 283
- Adriana Lima PODER$ 8,8 mil · 49 votosR$ 180
- Lucília Rabelo PSDBR$ 15 mil · 135 votosR$ 108
- Professora Leninha PLR$ 5,7 mil · 136 votosR$ 41,6
- Adriana Roncada PSDR$ 8,5 mil · 375 votosR$ 22,7
- Deguinha PSDBR$ 2,9 mil · 155 votosR$ 18,4
- Juliano Bregagnoli DEMR$ 4 mil · 248 votosR$ 16,1
- Ronaldo Sepulveda PSDBR$ 2,8 mil · 244 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2020, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.