Didio
Luis Carlos da Silva · nasceu em 1968
Didio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Bom Jardim da Serra (SC)MDB 55· centro-direitaNa chapa de Cristiano Cardosochapa não eleita1.518 votos da chapa, 100,0%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Didio declarou R$ 97,2 mil em bens, em reais de hoje.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Didio declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,5 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Bom Jardim da Serra (SC) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.12770%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.33930%
Para onde foi
- EscritórioTudo de Encargos Financeiros E Taxas BancáriasR$ 2255%
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Jardim da Serra (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 54,1 por voto. Quem venceu, Pedro Ostetto, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 257; o mais barato, R$ 26,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antônio Vieira Cassão MDBR$ 5,7 mil · 22 votosR$ 257
- Ariovaldo PPR$ 15 mil · 139 votosR$ 109
- Tio Varma MDBR$ 5,4 mil · 66 votosR$ 81,3
- Beatriz PPR$ 6,2 mil · 86 votosR$ 72,6
- Mara MDBR$ 8,1 mil · 138 votosR$ 58,4
- João Amilton MDBR$ 5,6 mil · 102 votosR$ 54,6
- Guaracy MDBR$ 10 mil · 185 votosR$ 54,1
- Albertina PPR$ 7 mil · 155 votosR$ 44,9
- Baguinha MDBR$ 9,6 mil · 260 votosR$ 36,8
- João Cristiano PTR$ 7 mil · 221 votosR$ 31,9
- Negrinho DEMR$ 11 mil · 389 votosR$ 28,3
- Pedro Ostetto DEMR$ 10 mil · 393 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.