Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PODE

Didilson

Edilson Ferreira das Neves · nasceu em 1976

Didilson se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 4.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PRTB2012PSD2016PSD2020PSC2024PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.

Passou por 4 partidos: PRTB (2008), PSD (2012–2016), PSC (2020), PODE (2024).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPRTBPSDPSCPODE’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PODE 44· direita
    Na chapa de Ricardo Leão
    chapa não eleita1.291 votos da chapa, 33,5%
  2. 2020
    PSC 20888· direita· na urna, Didilson da Saúde
    eleito217 votos
  3. 2016
    PSD 55555· direita
    eleito247 votos
  4. 2012
    PSD 55666· direita· na urna, Didilson da Saude
    eleito196 votos
  5. 2008
    PRTB 28888· direita· na urna, Didilson da Saúde
    eleito172 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Didilson declarou R$ 57,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 50,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 57,4 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 52.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 57,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Didilson declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · São Pedro do Suaçuí (MG) · PSC · eleito

De onde veio

R$ 531
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 531
O maior gasto foi com material impresso: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 531.
  1. Material impressoTudo de Grafica Isa LtdaR$ 51797,3%
  2. EscritórioR$ 142,7%

Quanto custou cada voto: vereador, São Pedro do Suaçuí (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 36,9 por voto. Quem venceu, Alcinea, gastou R$ 25,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 368; o mais barato, R$ 25,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.