Didi de Joaquim de Lora
Edilson José de Sá · nasceu em 1977
Didi de Joaquim de Lora disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Catuti (MG)), pelo PC do B: suplente.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Didi de Joaquim de Lora declarou R$ 187,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 8,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Didi de Joaquim de LoraR$ 187,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel rural com area de 13R$ 71,8 milOutros bens imóveis rural
- Automovoyage VW 1.6 ano/mod 2012/2013R$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno com area de 7R$ 43,1 milOutros bens imóveis rural
- Saldo em conta bancáriaR$ 29,4 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Didi de Joaquim de Lora declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Catuti (MG) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.59994,6%
- Outros candidatosR$ 925,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 90656,6%
- ServiçosR$ 66541,6%
- EscritórioR$ 281,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Catuti (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Dãozinho De Vanessa, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 189; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Clarice De Bertoldo PSDR$ 3,2 mil · 17 votosR$ 189
- Fá De Anaia PSDR$ 3,2 mil · 19 votosR$ 169
- Adriano De Natal PSDR$ 3,7 mil · 77 votosR$ 47,5
- Manoel Júnior Da Agromax PSDR$ 3,2 mil · 77 votosR$ 41,1
- Katia De Rena PSDR$ 3,2 mil · 80 votosR$ 40,5
- Madalena Engenheira PSDR$ 3 mil · 85 votosR$ 34,7
- Gilsinho PSDR$ 3,7 mil · 135 votosR$ 27,2
- Delvair Espiga PSLR$ 3,1 mil · 127 votosR$ 24,1
- Duca Da Vista Alegre PSDR$ 3 mil · 166 votosR$ 18,1
- Eltinho Taxista PSLR$ 3,5 mil · 230 votosR$ 15,1
- Paulão PSDR$ 2,9 mil · 197 votosR$ 14,6
- Dãozinho De Vanessa PSLR$ 2,8 mil · 272 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2020, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.