Didi
Antonio Valdir Mariano da Costa · nasceu em 1980
Didi se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Didi declarou R$ 60,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Roraima.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Roraima em 2012.
- DidiR$ 60,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 109,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Didi declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 986.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Amajari (RR) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 77778,8%
- Material impressoR$ 20921,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Amajari (RR), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Adriano Novinho, gastou R$ 32,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Eusalina Marielze PC do BR$ 3,8 mil · 26 votosR$ 147
- Diomedes PATRIOTAR$ 28 mil · 219 votosR$ 126
- William Do Caçador REPUBLICANOSR$ 15 mil · 131 votosR$ 117
- Kleudison Wanderley PODER$ 8,7 mil · 143 votosR$ 60,7
- Tumure Alagoano PC do BR$ 3,8 mil · 64 votosR$ 60
- Jerônimo Filho DEMR$ 6,9 mil · 155 votosR$ 44,5
- Vastí PPR$ 9 mil · 220 votosR$ 41
- Ronaldo Mendes MDBR$ 3,9 mil · 102 votosR$ 37,9
- Caboco China PRPR$ 3,8 mil · 105 votosR$ 36,5
- Thiago Saraiva PSCR$ 7,7 mil · 224 votosR$ 34,4
- Adriano Novinho PRPR$ 6 mil · 188 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.