Didi
Rudimar Antonio Zamiatowski · nasceu em 1978
Didi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2008), REPUBLICANOS (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, até o fundamental, jardineiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Didi declarou R$ 35,1 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 32% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- DidiR$ 35,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Didi declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Carlos Gomes (RS) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.41583,6%
- Material impressoR$ 17010%
- EscritórioR$ 1086,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Carlos Gomes (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 29,1 por voto. Quem venceu, Leandro Golunski, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tere PTR$ 3,1 mil · 22 votosR$ 141
- Natalio Antônio Babinski REPUBLICANOSR$ 2 mil · 19 votosR$ 104
- Margarida PTR$ 3 mil · 34 votosR$ 89
- Altair Dembinski REPUBLICANOSR$ 2,1 mil · 36 votosR$ 57
- Sueli PTR$ 3 mil · 66 votosR$ 45,8
- Ângelo Acorssi Neto REPUBLICANOSR$ 2 mil · 58 votosR$ 33,9
- Rodinei Richwicki REPUBLICANOSR$ 2 mil · 68 votosR$ 29,1
- Gilmar PTR$ 2 mil · 71 votosR$ 28,1
- Flavio Luiz Prilla REPUBLICANOSR$ 2,3 mil · 82 votosR$ 27,8
- Valdecir José Stempkowski REPUBLICANOSR$ 2 mil · 88 votosR$ 22,2
- Nilson Antônio Zawadzki REPUBLICANOSR$ 2 mil · 89 votosR$ 22,1
- Leandro Golunski REPUBLICANOSR$ 2,4 mil · 113 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2020, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.