Dida
Valdenilson Laurentino dos Santos · nasceu em 1975
Dida se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2004), DC (2008), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dida declarou R$ 4.549 em bens, em reais de hoje.
Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- DidaR$ 4.549
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dida declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 5,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alagoa Grande (PB) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 58867,1%
- Material impressoR$ 28832,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Alagoa Grande (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 8,03 por voto. Quem venceu, Luis Lucindo, gastou R$ 2,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,9; o mais barato, R$ 2,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Livramento PSDR$ 14 mil · 202 votosR$ 66,9
- Marcelo Felix PSDR$ 4,3 mil · 261 votosR$ 16,4
- Eugenio PSLR$ 4,1 mil · 323 votosR$ 12,8
- Nenzinha PLR$ 3,2 mil · 249 votosR$ 12,7
- Fabrício Fortunato PSDBR$ 9,4 mil · 960 votosR$ 9,78
- Rozi De Badelo DEMOCRATAR$ 2,3 mil · 238 votosR$ 9,55
- Duca Chaves PATRIOTAR$ 5,8 mil · 725 votosR$ 8,03
- Marcelo De Canafístula AGIRR$ 5,7 mil · 887 votosR$ 6,37
- Fabiano Luz SOLIDARIEDADER$ 3 mil · 823 votosR$ 3,70
- Deda Ribeiro PLR$ 2,6 mil · 755 votosR$ 3,47
- Ronaldo PLR$ 2,7 mil · 952 votosR$ 2,88
- Luis Lucindo PSBR$ 2,4 mil · 860 votosR$ 2,78
Votos por real
- 2016, vereador: 179 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 236 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.