Dickson Júnior
Dickson Ricardo Nasser dos Santos Júnior · nasceu em 1980
Dickson Júnior se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PSDB (2012–2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dickson Júnior declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 205 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 253,9 mil acima da inflação.
Declarou 205 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- Dickson JúniorR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa em condominioR$ 574,6 milCasa
- Flat ponta negraR$ 272,9 milApartamento
- Rua leiva macalhãoR$ 143,6 milCasa
- Residencial rio do fogo/rn rua domicia ferreiraR$ 107,7 milCasa
- Sala no edificio 21 de marçoR$ 57,5 milOutros bens imóveis
- BrasilR$ 21,5 milDinheiro em espécie
- Caixa econômica federalR$ 705Conta corrente no país
- Caixa econômica federalR$ 14Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dickson Júnior declarou ao TSE R$ 270 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 170 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Natal (RN) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 38,9 mil81,7%
- PessoasR$ 8.72318,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 27,4 mil57,5%
- ServiçosR$ 11,3 mil23,8%
- PessoalR$ 7.35915,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.4153%
- EscritórioR$ 1400,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Natal (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,9 por voto. Quem venceu, Nina Souza, gastou R$ 35,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 779; o mais barato, R$ 35,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Francisca Vieira PSDBR$ 123 mil · 158 votosR$ 779
- Dra Kátia Nunes MDBR$ 146 mil · 631 votosR$ 231
- Dagô PSDBR$ 230 mil · 1.117 votosR$ 206
- Raniere Barbosa AVANTER$ 365 mil · 3.040 votosR$ 120
- Rodrido Bico PTR$ 122 mil · 1.842 votosR$ 66,2
- Chagas Catarino PSDBR$ 236 mil · 3.801 votosR$ 62,2
- Divaneide PTR$ 262 mil · 5.966 votosR$ 43,9
- Aroldo Alves PSDBR$ 181 mil · 4.284 votosR$ 42,3
- Paulo Pessoa PLR$ 134 mil · 3.276 votosR$ 41
- Léo Souza CIDADANIAR$ 161 mil · 4.022 votosR$ 40,1
- Kleber Fernandes PSDBR$ 205 mil · 5.409 votosR$ 38
- Nina Souza PDTR$ 135 mil · 3.852 votosR$ 35,1
Votos por real
- 2020, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.