Di Serra
Carlos Henrique Serra · nasceu em 1978
Di Serra se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2004), PSDB (2008), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Di Serra declarou R$ 409,4 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 374,3 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Di SerraR$ 409,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Di Serra declarou ao TSE R$ 66 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Sumaré (SP) · PSL · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 8.20854,5%
- Próprio bolsoR$ 6.84745,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.26941,6%
- PessoalR$ 5.20134,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3.52823,4%
- InternetR$ 570,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Sumaré (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 41,7 por voto. Quem venceu, Valdir De Oliveira, gastou R$ 17,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 282; o mais barato, R$ 17,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Magna Da Farmacia REPUBLICANOSR$ 45 mil · 160 votosR$ 282
- Denise Barja Da Saúde REPUBLICANOSR$ 85 mil · 525 votosR$ 163
- Alfredo Favero REPUBLICANOSR$ 101 mil · 997 votosR$ 101
- Rai Do Paraiso REPUBLICANOSR$ 110 mil · 1.565 votosR$ 70,1
- Geraldo Medeiros PTR$ 43 mil · 719 votosR$ 59,9
- Edgardo Cabral REPUBLICANOSR$ 80 mil · 1.446 votosR$ 55,7
- Eder Ruzza PLR$ 34 mil · 818 votosR$ 41,7
- Toninho Mineiro PVR$ 48 mil · 1.255 votosR$ 38
- Andre Da Farmácia PSCR$ 51 mil · 2.501 votosR$ 20,6
- Willian Souza PTR$ 87 mil · 4.477 votosR$ 19,4
- Joel PSDR$ 45 mil · 2.387 votosR$ 18,7
- Valdir De Oliveira REPUBLICANOSR$ 35 mil · 2.053 votosR$ 17,1
Votos por real
- 2020, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.