Apuração
Vereador · 2012 · PP

Di Mello

Ary Correa de Mello · nasceu em 1957

Di Mello se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Vargem (SC)
    PP 11311· direita
    suplente112 votos
  2. 2008
    Vereador · Vargem (SC)
    PP 11311· direita· na urna, Di Melo
    eleito159 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Di Mello declarou R$ 504 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 308,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 504 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 230.000 na declaração)

Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.

  • Di MelloR$ 504 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 504 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Rural 5 alqueres e meioR$ 219,1 mil
    Terreno rural
  2. Urbana mistaR$ 153,4 mil
    Casa
  3. Rural mistaR$ 65,7 mil
    Casa rural
  4. Urbano 12 mil metrosR$ 65,7 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Di Mello declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Vargem (SC) · PP · suplente

De onde veio

R$ 7.176
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.176.
  1. PessoasR$ 4.33260,4%
  2. Próprio bolsoR$ 2.84439,6%

Para onde foi

R$ 7.176
O maior gasto foi com transporte: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.176.
  1. TransporteR$ 5.72579,8%
  2. Material impressoR$ 1.45120,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Vargem (SC), 2012

Di Mello: R$ 64,1 por voto (mediana da disputa, R$ 52,6). Quem venceu, Xico Do Bia, gastou R$ 38,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 112; o mais barato, R$ 38,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Di Mello. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.