Di
Jose Raimundo Alves Ribeiro · nasceu em 1960
Di se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSC (2004–2012), AVANTE (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Di declarou R$ 2.873 em bens, em reais de hoje.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- DiR$ 2.873
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Di declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pau Brasil (BA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pau Brasil (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 12 por voto. Quem venceu, Acácio, gastou R$ 4,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 478; o mais barato, R$ 4,94.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliana REDER$ 3,8 mil · 8 votosR$ 478
- Antonio Alberto PLR$ 2,8 mil · 53 votosR$ 53,4
- Jhon Gas REDER$ 11 mil · 208 votosR$ 53,1
- Cacique Lucas REDER$ 5,2 mil · 158 votosR$ 33,1
- Marcinho De Carlão PSDR$ 4,2 mil · 268 votosR$ 15,8
- Elton De Dinho PSDR$ 5,8 mil · 411 votosR$ 14
- Professor Alisson França PSCR$ 1,7 mil · 141 votosR$ 12
- Nego Elder PTR$ 2,5 mil · 285 votosR$ 8,69
- Fábio Titiá PTR$ 1,4 mil · 206 votosR$ 6,87
- Jai De Diogo REDER$ 991 · 190 votosR$ 5,21
- Adson PSDR$ 1,4 mil · 282 votosR$ 5,04
- Acácio PTR$ 2,3 mil · 458 votosR$ 4,94
Votos por real
- 2012, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.