Deuza
Maria Deuza de Farias Lages · nasceu em 1957
Deuza se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Deuza declarou R$ 324,9 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Deuza declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Pilar (AL) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.94153,9%
- Próprio bolsoR$ 4.85833%
- Outros candidatosR$ 1.93313,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 9.55364,8%
- TransporteR$ 2.81719,1%
- Material impressoR$ 1.2868,7%
- ServiçosR$ 9726,6%
- EscritórioR$ 1040,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pilar (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 48,4 por voto. Quem venceu, Guel Farias, gastou R$ 27 por voto. O voto mais caro custou R$ 270; o mais barato, R$ 27.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Maurício Rêgo DEMR$ 24 mil · 89 votosR$ 270
- Charlles Gerônimo PSDBR$ 23 mil · 160 votosR$ 143
- Patrícia Rocha MDBR$ 19 mil · 261 votosR$ 73,5
- Tayronne MDBR$ 53 mil · 723 votosR$ 72,8
- R. Cavalcante PSCR$ 21 mil · 299 votosR$ 71,6
- Clewinho Cavalcante DEMR$ 34 mil · 678 votosR$ 50,3
- Joeli Lopes PSDR$ 34 mil · 703 votosR$ 48,4
- Afranio Omena MDBR$ 24 mil · 501 votosR$ 47,7
- Dr. Marcelo PSDR$ 21 mil · 454 votosR$ 46,2
- Paulinho Bugarim PSCR$ 34 mil · 817 votosR$ 42
- Geane Veloso PSCR$ 17 mil · 570 votosR$ 29
- Guel Farias MDBR$ 21 mil · 791 votosR$ 27
Votos por real
- 2016, vereadora: 22 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 59 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 36 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.