Deti
Carmem Valdete de Rosso Camargo · nasceu em 1970
Deti disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Vila Nova do Sul (RS)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Deti declarou R$ 186,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- DetiR$ 186,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Deti declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Vila Nova do Sul (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.31567,9%
- PessoasR$ 1.09532,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.92756,5%
- ServiçosR$ 69020,2%
- PessoalR$ 48614,2%
- Material impressoR$ 3089%
Quanto custou cada voto: vereadora, Vila Nova do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,9 por voto. Quem venceu, Alexandre Moura, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cocco PPR$ 4,4 mil · 34 votosR$ 130
- Traude Martini PDTR$ 15 mil · 177 votosR$ 83,5
- Adroaldo Martins Pinto DEMR$ 6,4 mil · 111 votosR$ 57,4
- Prof. Cezar PPR$ 8,5 mil · 166 votosR$ 51
- Jaca PPR$ 8,3 mil · 190 votosR$ 43,5
- Carlos Andreazza PDTR$ 6,1 mil · 144 votosR$ 42,6
- Luciane PPR$ 5,8 mil · 149 votosR$ 38,9
- Aureomar PDTR$ 9,2 mil · 258 votosR$ 35,5
- Neytha Neves MDBR$ 4,6 mil · 136 votosR$ 33,6
- Marcelo Seixas Trentin PDTR$ 3,9 mil · 126 votosR$ 31,2
- João Cavalheiro MDBR$ 5,2 mil · 201 votosR$ 25,8
- Alexandre Moura MDBR$ 4 mil · 350 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereadora: 31 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.