Dequinha
José Alves de Carvalho · nasceu em 1958
Dequinha se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2016), PSD (2018), PODE (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPSD 55622· direitasuplente3.178 votos; 379º mais votado de 2.242 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Dequinha teve 3.178 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 379º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 37 cidades. Queimados deu 72,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Dequinha declarou R$ 67 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 54,4 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Dequinha declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 29 mil, 87% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Queimados (RJ) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 12 mil99,6%
- Outros candidatosR$ 520,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 9.95882,7%
- Material impressoR$ 1.34011,1%
- InternetR$ 7446,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Queimados (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 71,1 por voto. Quem venceu, Branco Vira Virou, gastou R$ 40,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.383; o mais barato, R$ 40,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ritinha Do Vale Ouro PPR$ 149 mil · 34 votosR$ 4.383
- Luiz Costa PLR$ 131 mil · 362 votosR$ 361
- Dr Cadu PRDR$ 130 mil · 591 votosR$ 220
- Romulo Sales SOLIDARIEDADER$ 75 mil · 393 votosR$ 190
- Eliezer Chagas PRDR$ 104 mil · 871 votosR$ 119
- Doutora Marcelle Nayda PSBR$ 77 mil · 736 votosR$ 104
- Paulinho Tudo A Ver PODER$ 76 mil · 1.073 votosR$ 71,1
- João Pedro Lemos PDTR$ 137 mil · 1.956 votosR$ 70
- Rogerinho Do Salão SOLIDARIEDADER$ 82 mil · 1.183 votosR$ 69
- Professor Castelano PTR$ 95 mil · 1.546 votosR$ 61,2
- Victor Vianna PDTR$ 89 mil · 1.672 votosR$ 53,4
- Branco Vira Virou PPR$ 77 mil · 1.907 votosR$ 40,1
Votos por real
- 2024, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 229 votos por R$ 1.000, 6,9 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 211 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.