Apuração
Vereadora · 2004 · MDB

Deodata do Amaral

Deodata Leopoldina Toledo do Amaral · nasceu em 1929

Deodata do Amaral se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualVereadoraPartidoMDB20022004
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 75 anos, ensino médio, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereadora · Araraquara (SP)
    MDB 15662· centro
    suplente2.002 votos
  2. 2002
    Deputada estadual · São Paulo
    MDB 15662· centro· na urna, Deodata Amaral
    suplente33.566 votos; 155º mais votada de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Deodata do Amaral teve 33.566 votos para deputada estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 155º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 134 cidades. Araraquara deu 90,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,5%.

33.566 votos
votos para deputada estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 33.566 votos.
  1. Araraquara (SP)30.360 votos90,4%
  2. Américo Brasiliense (SP)1.229 votos3,7%
  3. São Paulo (SP)295 votos0,9%
  4. Boa Esperança do Sul (SP)199 votos0,6%
  5. Santa Lúcia (SP)196 votos0,6%
  6. Outras 119 cidades493 votos1,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Deodata do Amaral declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereadora · Araraquara (SP) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 15 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 14,3 mil95,7%
  2. PartidoR$ 6524,3%

Para onde foi

R$ 15 mil
O maior gasto foi com pessoal: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15 mil.
  1. PessoalR$ 5.19334,7%
  2. EscritórioR$ 4.20028%
  3. Material impressoR$ 3.24821,7%
  4. TransporteR$ 2.34315,6%

Quanto custou cada voto: vereadora, Araraquara (SP), 2004

Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Juliana Damus, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,7; o mais barato, R$ 15,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereadora: 134 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputada estadual: 2.819 votos por R$ 1.000, 21 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.