Deoclecio Martins
Deoclecio Martins de Abreu Filho · nasceu em 1976
Deoclecio Martins se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PV (2008), CIDADANIA (2012), PATRIOTA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Deoclecio Martins declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 32,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Deoclecio MartinsR$ 48,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Deoclecio Martins declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 26 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Diadema (SP) · PATRIOTA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 12,7 mil78,1%
- Próprio bolsoR$ 1.6199,9%
- Outros candidatosR$ 1.6169,9%
- Fundo partidárioR$ 3372,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 7.29944,9%
- Material impressoR$ 7.18444,1%
- TransporteR$ 1.79111%
Quanto custou cada voto: vereador, Diadema (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,3 por voto. Quem venceu, Ronaldo Lacerda, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,4; o mais barato, R$ 16,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Burgos AGIRR$ 84 mil · 859 votosR$ 97,4
- Paulo Barbosa PSBR$ 85 mil · 1.101 votosR$ 77,7
- Laercio Soares PC do BR$ 117 mil · 1.647 votosR$ 71,1
- Marion REPUBLICANOSR$ 94 mil · 1.629 votosR$ 57,8
- José Augusto PSDBR$ 136 mil · 2.420 votosR$ 56,1
- Pretinho Do Agua Santa DEMR$ 139 mil · 3.326 votosR$ 41,9
- Reinaldo Meira DEMR$ 82 mil · 2.393 votosR$ 34,3
- Marcos Michels PSBR$ 83 mil · 2.789 votosR$ 29,8
- Pastor João Gomes REPUBLICANOSR$ 106 mil · 3.584 votosR$ 29,6
- Salek DEMR$ 125 mil · 4.923 votosR$ 25,4
- Josa PTR$ 86 mil · 3.395 votosR$ 25,4
- Ronaldo Lacerda PTR$ 92 mil · 5.700 votosR$ 16,2
Votos por real
- 2016, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.