Deo da Saúde
Maria Deotéria Alves Oliveira · nasceu em 1962
Deo da Saúde se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2008), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior incompleto, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Deo da Saúde declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Deo da Saúde declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 47 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Queimados (RJ) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 47,1 mil99,6%
- Próprio bolsoR$ 1710,4%
Para onde foi
- OutrosR$ 4.92584,2%
- TransporteR$ 70812,1%
- EscritórioR$ 2143,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Queimados (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 79,9 por voto. Quem venceu, Tuninho Vira Virou, gastou R$ 35,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 245; o mais barato, R$ 35,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lucio Mauro PSLR$ 148 mil · 605 votosR$ 245
- Jorge Nascimento CIDADANIAR$ 52 mil · 333 votosR$ 157
- Rogerio Do Salão Filho CIDADANIAR$ 85 mil · 575 votosR$ 149
- Cacau Nogueira PSDBR$ 50 mil · 441 votosR$ 112
- Cinei PTBR$ 61 mil · 578 votosR$ 106
- Zé Carlos De Assis AGIRR$ 32 mil · 359 votosR$ 89,1
- Mirim Da Saúde AGIRR$ 37 mil · 461 votosR$ 79,9
- Elerson PSDR$ 35 mil · 525 votosR$ 67,4
- Zé Carlos PTBR$ 31 mil · 564 votosR$ 55,7
- Thomas Da Padaria AGIRR$ 49 mil · 1.124 votosR$ 43,7
- João Pedro Lemos PSDBR$ 58 mil · 1.408 votosR$ 41,2
- Tuninho Vira Virou PPR$ 49 mil · 1.388 votosR$ 35,2
Votos por real
- 2020, vereadora: 108 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 82 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.