Apuração
Deputado federal · 2010 · PSB

Dennys Serrano

Dennys Haddad Serrano · nasceu em 1963

Dennys Serrano se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSB2010PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSB.

Dep. federalPartidoPSB200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 47 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PSB 4004· centro-esquerda
    suplente1.758 votos; 458º mais votado de 1.030 no estado
  2. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PSB 4004· centro-esquerda
    suplente1.276 votos; 587º mais votado de 952 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Dennys Serrano teve 1.758 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 458º lugar entre 1.030 candidatos.

Recebeu votos em 154 cidades. São Paulo deu 50,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 78,1%.

1.758 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.758 votos.
  1. São Paulo (SP)895 votos50,9%
  2. São Vicente (SP)109 votos6,2%
  3. Santos (SP)95 votos5,4%
  4. Ribeirão Preto (SP)38 votos2,2%
  5. Santo André (SP)35 votos2%
  6. Outras 139 cidades385 votos21,9%
As outras 1 eleições para deputado
1.276 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.276 votos.
  1. São Paulo (SP)610 votos47,8%
  2. Mogi das Cruzes (SP)78 votos6,1%
  3. Cabrália Paulista (SP)57 votos4,5%
  4. São Vicente (SP)39 votos3,1%
  5. São Bernardo do Campo (SP)37 votos2,9%
  6. Outras 102 cidades266 votos20,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Dennys Serrano declarou ao TSE R$ 73 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado federal · São Paulo · PSB · suplente

De onde veio

R$ 73,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 73,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 73,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetTudo de Adp Consultoria Em Informatica Ltda.R$ 22 mil29,9%
  2. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 8.55211,6%
  3. ServiçosR$ 1.3441,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2010

Mediana da disputa: R$ 49,4 por voto. Quem venceu, Gabriel Chalita, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 244; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.