Denivaldo
Denivaldo Mendonça · nasceu em 1975
Denivaldo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2020.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), PSDB (2008–2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Denivaldo declarou R$ 972,5 mil em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 231 mil acima da inflação.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2020.
- DenivaldoR$ 972,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 37,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,4 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um imóvel rural de 16 alqueireR$ 574,6 milCasa rural
- 83 Cabeças de bovinos regitrados no idaronR$ 215,5 milRebanho e animais
- Um imóvel urbano em monte negroR$ 172,4 milCasa
- Uma moto biz 110 honda ano 2016 cor vermelha placa OHM9575R$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Denivaldo declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Monte Negro (RO) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 5.66163,5%
- Próprio bolsoR$ 2.68930,2%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Marcia Fagundes Vice-PrefeitoR$ 5666,3%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 84931,6%
- TransporteR$ 1204,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Negro (RO), 2020
Mediana da disputa: R$ 42,4 por voto. Quem venceu, Vando Ronconi, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 656; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mariza Da 52 PSDR$ 14 mil · 21 votosR$ 656
- Professora Giliane PSDR$ 25 mil · 188 votosR$ 132
- Marli Bruno PSDR$ 25 mil · 225 votosR$ 110
- Kelli Gomes PATRIOTAR$ 2,9 mil · 44 votosR$ 66,3
- Daniela Caldato PATRIOTAR$ 3 mil · 50 votosR$ 60,9
- Enfermeira Claudete PSBR$ 3,6 mil · 62 votosR$ 57,5
- Jacaré MDBR$ 5 mil · 117 votosR$ 42,4
- Rafael Da Informática PATRIOTAR$ 4,7 mil · 134 votosR$ 35
- Geraldo Do Monte Negro PATRIOTAR$ 5,7 mil · 190 votosR$ 30,1
- Ana Cleia PATRIOTAR$ 3,3 mil · 145 votosR$ 22,7
- Paulinho Motorista PATRIOTAR$ 4,3 mil · 266 votosR$ 16,2
- Vando Ronconi PATRIOTAR$ 3,4 mil · 289 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2020, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.