Denilson Torres
Denilson Torres de Amorim · nasceu em 1980
Denilson Torres se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Denilson Torres declarou R$ 230,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2016.
- Denilson TorresR$ 230,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 61,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 152,7 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 110 Cabeça de rezes bovinaR$ 178,7 milBens da atividade autônoma
- Automotovel chevrolet celta 2014R$ 43,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta honda cg 150R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em moeda correnteR$ 3.249Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Denilson Torres declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,1 mil, 8,3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Nova União (RO) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.22178,4%
- Outros candidatosR$ 42410,3%
- Fundo partidárioR$ 3408,3%
- PessoasR$ 1213%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.00848,9%
- ServiçosR$ 1.42534,7%
- Material impressoR$ 67416,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova União (RO), 2016
Mediana da disputa: R$ 61,6 por voto. Quem venceu, Pedrinho, gastou R$ 39,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 39,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Osvaldo Da Gleba 9 PLR$ 11 mil · 104 votosR$ 109
- Paulo Branco MOBILIZAR$ 11 mil · 105 votosR$ 109
- Adilson Da Eucatur PDTR$ 12 mil · 142 votosR$ 85,2
- Jairinho Da 32 PDTR$ 6,8 mil · 87 votosR$ 78,6
- Licinio PVR$ 7,5 mil · 107 votosR$ 70,4
- Marin MDBR$ 9,2 mil · 144 votosR$ 64
- Enfermeira Valdeci PPR$ 15 mil · 244 votosR$ 61,6
- Bete Vidal PSDR$ 6,6 mil · 109 votosR$ 60,7
- Leim PDTR$ 6,5 mil · 135 votosR$ 48,3
- Ney Da Barraca PSDR$ 6,3 mil · 131 votosR$ 48,3
- Silvania Carvalho PLR$ 9,3 mil · 234 votosR$ 39,6
- Pedrinho PSBR$ 9,1 mil · 231 votosR$ 39,4
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.