Denilson de Paula
Denilson de Paula Silva · nasceu em 1967
Denilson de Paula se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: AVANTE (2004), REPUBLICANOS (2008), PC do B (2010–2012), PSD (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroPC do B 6580· esquerda· na urna, Denilsonsuplente1.987 votos; 285º mais votado de 751 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Denilson de Paula teve 1.987 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 285º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Resende deu 76,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Denilson de Paula declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Resende (RJ) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Resende (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,6 por voto. Quem venceu, Renan Marassi, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Leandro Resende CIDADANIAR$ 16 mil · 100 votosR$ 155
- Raphael Gattas PPR$ 41 mil · 499 votosR$ 82,5
- Dr. Andreia Dias CIDADANIAR$ 13 mil · 203 votosR$ 63
- Roque Cerqueira PLR$ 25 mil · 796 votosR$ 32
- Caio Sampaio PDTR$ 14 mil · 471 votosR$ 29
- Rafael Saldanha CIDADANIAR$ 13 mil · 477 votosR$ 27,6
- Marcia Lima REPUBLICANOSR$ 15 mil · 569 votosR$ 26,6
- Hick Sene DEMR$ 23 mil · 963 votosR$ 23,8
- Sandro Ritton DEMR$ 19 mil · 1.079 votosR$ 17,9
- Tiago Forastieri PPR$ 15 mil · 844 votosR$ 17,6
- Renan Marassi PLR$ 24 mil · 1.721 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2016, vereador: 246 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 136 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 208 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 484 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.