Denilde Francescatto
Denilde Francescatto da Silveira · nasceu em 1969
Denilde Francescatto se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016 e 2020.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Denilde Francescatto declarou R$ 523,5 mil em bens, em reais de hoje: 9,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 41 mil acima da inflação.
Declarou 9,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Denilde FrancescattoR$ 523,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imóve Urbano com Casa em AlvenáriaR$ 359,1 milCasa
- Conta poupançaR$ 60,9 milCaderneta de poupança
- GM chevrolet D20R$ 38,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Camioneta ford ecosport XLT1.6 flexR$ 30,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Empresa CNPJ 06.301.957/0001-54R$ 28,7 milOutros bens e direitos
- Vw/fusca 1500R$ 3.591Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Telefone Celular e Linha Telefônica n. 996014415R$ 2.155Linha telefônica
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Denilde Francescatto declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 9,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Ibiraiaras (RS) · MDB · eleita
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 8.04585%
- Próprio bolsoR$ 1.41515%
Para onde foi
- ServiçosTudo de Ricardo Dalcim 00752993054R$ 56614,5%
- EscritórioR$ 822,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Ibiraiaras (RS), 2020
Denilde Francescatto: R$ 19 por voto (mediana da disputa, R$ 23,7). Quem venceu, Lecir Barea, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Denilde Francescatto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marta PTBR$ 2,8 mil · 6 votosR$ 472
- Nalva PTBR$ 4 mil · 33 votosR$ 122
- Gessi PTBR$ 2,8 mil · 55 votosR$ 51,5
- Giovani Spagnol MDBR$ 2,8 mil · 93 votosR$ 30,1
- Diego Puerari PTBR$ 3,4 mil · 128 votosR$ 26,6
- Zé Lanzarin PTBR$ 3,6 mil · 142 votosR$ 25,2
- Gordo Canevese PTBR$ 8 mil · 336 votosR$ 23,7
- Denilde Francescatto MDBR$ 3,9 mil · 206 votosR$ 19
- Anderson Guadagnin PPR$ 5,2 mil · 279 votosR$ 18,8
- Serinei Dal Olmo O Campeiro PPR$ 2,9 mil · 155 votosR$ 18,4
- Dode PTBR$ 3,4 mil · 189 votosR$ 18
- Lecir Barea MDBR$ 3,3 mil · 273 votosR$ 12
Votos por real
- 2020, vereadora: 53 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 92 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.