Apuração
Prefeito · 2004 · PTB

Demetrius

Demetrius Arantes Pereira · nasceu em 1966

Demetrius se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 2 partidos: PL (2002), PTB (2004).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPLPTB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 38 anos, ensino médio, empresario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Divinópolis (MG)
    PTB 14· centro-direita
    eleito69.502 votos, 60,6%
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PL 22400· direita· na urna, Demetrius da Costa Pereira
    suplente30.675 votos; 106º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Demetrius teve 30.675 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 106º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 192 cidades. Divinópolis deu 73,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.

30.675 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 30.675 votos.
  1. Divinópolis (MG)22.586 votos73,6%
  2. Carmo do Cajuru (MG)1.357 votos4,4%
  3. Cláudio (MG)785 votos2,6%
  4. Belo Horizonte (MG)501 votos1,6%
  5. Igaratinga (MG)500 votos1,6%
  6. Outras 177 cidades2.037 votos6,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Demetrius declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1,7 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Divinópolis (MG) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 1,7 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 105,1 mil6,1%

Para onde foi

R$ 1,7 mi
O maior gasto foi com material impresso: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 51 mil3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Divinópolis (MG), 2004

Demetrius: R$ 24,8 por voto (mediana da disputa, R$ 0,37).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Demetrius PTBR$ 1,7 milhão · 69.502 votosR$ 24,8
  • Galileu MDBR$ 17 mil · 45.184 votosR$ 0,37

Votos por real

  • 2004, prefeito: 40 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 237 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.