Demetrius
Demetrius Arantes Pereira · nasceu em 1966
Demetrius se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2002), PTB (2004).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 38 anos, ensino médio, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPL 22400· direita· na urna, Demetrius da Costa Pereirasuplente30.675 votos; 106º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Demetrius teve 30.675 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 106º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 192 cidades. Divinópolis deu 73,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Demetrius declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1,7 milhão.
Campanha a campanha
2004 · Prefeito · Divinópolis (MG) · PTB · eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 105,1 mil6,1%
Para onde foi
- OutrosR$ 51 mil3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Divinópolis (MG), 2004
Demetrius: R$ 24,8 por voto (mediana da disputa, R$ 0,37).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeito: 40 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 237 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.