Demá da Ibiporanga
Ademar Raymundo Garcia · nasceu em 1968
Demá da Ibiporanga se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSB (2008), PV (2012), PSDB (2016), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Demá da Ibiporanga declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 60 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 60 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Demá da IbiporangaR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Demá da Ibiporanga declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tanabi (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.88494,2%
- Outros candidatosR$ 1853%
- PessoasR$ 1762,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.87494,1%
- ServiçosR$ 3245,2%
- EscritórioR$ 470,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Tanabi (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,2 por voto. Quem venceu, Fabricio Missena, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,4; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Devinha Zanetoni MDBR$ 43 mil · 726 votosR$ 59,4
- Reginaldo De Abreu PSDR$ 12 mil · 411 votosR$ 30
- Alexandre Bertolini - Xandão DEMR$ 16 mil · 565 votosR$ 28,5
- Rose De Paula PSOLR$ 8,5 mil · 308 votosR$ 27,6
- Marcos Paulo Mazza DEMR$ 14 mil · 550 votosR$ 25,3
- Rodrigo Bechara PODER$ 17 mil · 748 votosR$ 22,5
- Adivaldo Cristal PSBR$ 9,9 mil · 447 votosR$ 22,2
- Tenente Osmar Canela PPR$ 11 mil · 582 votosR$ 19,7
- Tata PLR$ 8,9 mil · 467 votosR$ 19,1
- Fernando Casarin PROSR$ 9,2 mil · 509 votosR$ 18,1
- Gilbertinho PSDR$ 10 mil · 665 votosR$ 15,4
- Fabricio Missena PPR$ 8,3 mil · 798 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 155 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.