Delio
Delio Cesar Leal · nasceu em 1947
Delio se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroMDB 15134· centro· na urna, Delio Lealsuplente17.103 votos; 115º mais votado de 1.514 no estado
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroMDB 15134· centro· na urna, Delio Lealsuplente39.006 votos; 48º mais votado de 1.377 no estado
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroMDB 15134· centro· na urna, Delio Lealsuplente35.309 votos; 53º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Delio teve 17.103 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 115º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 78 cidades. Paracambi deu 20,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,2%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Delio declarou R$ 274,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 591,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 66% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2016.
- DelioR$ 274,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 413 mil
- Mediana dos eleitosR$ 780,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Delio declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 372 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Paracambi (RJ) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 137,8 mil43,6%
- Próprio bolsoR$ 97,3 mil30,8%
- Fundo partidárioTudo de Diretorio Regional Do Rio De Janeiro - Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 81 mil25,6%
Para onde foi
- Pessoal75 pessoas, não nomeadasR$ 80,9 mil25,6%
- ServiçosR$ 13 mil4,1%
- EscritórioR$ 6.9322,2%
- OutrosR$ 6.4772%
Quanto custou cada voto: prefeito, Paracambi (RJ), 2016
Delio: R$ 63,5 por voto (mediana da disputa, R$ 18,2). Quem venceu, Lucimar Do Dr. Flávio, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,5; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Delio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Delio MDBR$ 316 mil · 4.981 votosR$ 63,5
- Laercio Alves PDTR$ 275 mil · 6.358 votosR$ 43,3
- Leonardo Toledo PTBR$ 45 mil · 2.474 votosR$ 18,2
- Lucimar Do Dr. Flávio PLR$ 129 mil · 12.686 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2016, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 47 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 105 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 445 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.