Delfino Pereira Leite
nasceu em 1942
Delfino Pereira Leite se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 77 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Delfino Pereira Leite declarou R$ 46,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 298,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Delfino Pereira LeiteR$ 46,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Delfino Pereira Leite declarou ao TSE R$ 79 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 41 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Engenheiro Caldas (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 9.90988%
- Próprio bolsoR$ 1.35712%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.05543%
- PessoalR$ 2.83030%
- TransporteR$ 2.15722,9%
- ServiçosR$ 2122,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1421,5%
- EscritórioR$ 280,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Engenheiro Caldas (MG), 2020
Delfino Pereira Leite: R$ 137 por voto (mediana da disputa, R$ 83,3). Quem venceu, Marcão, gastou R$ 21,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 778; o mais barato, R$ 21,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Delfino Pereira Leite. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jakeline Do Ginico MDBR$ 11 mil · 14 votosR$ 778
- Sirlene Batata PLR$ 7,6 mil · 35 votosR$ 218
- Creuza Do Gumercino PSDR$ 9,4 mil · 46 votosR$ 204
- Iane Do Corrego Dos Alexandre MDBR$ 9,5 mil · 49 votosR$ 193
- Penha Do Mercadinho MDBR$ 11 mil · 61 votosR$ 176
- Delfino Pereira Leite MDBR$ 9,4 mil · 69 votosR$ 137
- Jussandro Miranda PSDR$ 14 mil · 172 votosR$ 83,3
- Leandro Dutra PLR$ 19 mil · 326 votosR$ 58,9
- Solange Do Acácio PLR$ 28 mil · 541 votosR$ 52,3
- Talita Jordao MDBR$ 8,9 mil · 187 votosR$ 47,7
- Ramon Barbosa MDBR$ 9,5 mil · 324 votosR$ 29,2
- Marcão DEMR$ 11 mil · 527 votosR$ 21,6
Votos por real
- 2020, vereador: 7,3 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 4,4 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 5,9 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.