Apuração
Deputado federal · 2018 · PSL

Delegado Gastão

Gastão Schefer Neto · nasceu em 1972

Delegado Gastão se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PL2018PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2014), PSL (2018).

Dep. federalPartidoPLPSL201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 45 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Paraná
    PSL 1789· direita
    suplente4.670 votos; 130º mais votado de 415 no estado
  2. 2014
    Deputado federal · Paraná
    PL 2233· direita
    suplente23.239 votos; 51º mais votado de 295 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Delegado Gastão teve 4.670 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 130º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 195 cidades. Curitiba deu 50,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,5%.

4.670 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.670 votos.
  1. Curitiba (PR)2.366 votos50,7%
  2. Reserva (PR)180 votos3,9%
  3. São José dos Pinhais (PR)170 votos3,6%
  4. Colombo (PR)147 votos3,1%
  5. Londrina (PR)124 votos2,7%
  6. Outras 180 cidades956 votos20,5%
As outras 1 eleições para deputado
23.239 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 23.239 votos.
  1. Curitiba (PR)8.544 votos36,8%
  2. Colombo (PR)1.132 votos4,9%
  3. Cascavel (PR)1.063 votos4,6%
  4. Pinhais (PR)832 votos3,6%
  5. São José dos Pinhais (PR)816 votos3,5%
  6. Outras 326 cidades6.790 votos29,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Delegado Gastão declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2014 e 2018, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,9 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.274.270 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2018.

  • Delegado GastãoR$ 1,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 168,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Lote de terreno n. 13R$ 596,8 mil
    Terreno
  2. Lote de numero 2/3 resultante da unificação dos lotes 2 e…R$ 560,5 mil
    Terreno
  3. 1 Apartamento de 3 quartosR$ 433,8 mil
    Apartamento
  4. 1 Casa Rua Franco GiglioR$ 304,4 mil
    Casa
  5. Conta Caixa Econômica FederalR$ 20,3 mil
    Outros bens e direitos
  6. Veículo Ka 2009R$ 13,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Título do Santa Monica Clube de CampoR$ 7.610
    Título de clube e assemelhado
  8. Conta Banco do BrasilR$ 2.402
    Outros bens e direitos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Delegado Gastão declarou ao TSE R$ 85 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 76 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Paraná · PSL · suplente

De onde veio

R$ 9.366
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.366.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 6.63570,8%
  2. Próprio bolsoR$ 2.73129,2%

Para onde foi

R$ 4.842
O maior gasto foi com pessoal: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.842.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 2.11143,6%
  2. ServiçosTudo de Rhedecont Assessoria Contabil E Empresarial LtdaR$ 1.50831,1%
  3. OutrosTudo de Leoci Mara Zilli CalabresiR$ 98020,2%
  4. TransporteR$ 2044,2%
  5. EscritórioR$ 390,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2018

Mediana da disputa: R$ 37,4 por voto. Quem venceu, Gleisi Lula, gastou R$ 9,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 9,70.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 965 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 307 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.