Delegado Fabiano
Fabiano Martins Mariano de Oliveira · nasceu em 1969
Delegado Fabiano se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2010), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, policial civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Delegado Fabiano teve 321 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 123º lugar entre 392 candidatos.
Recebeu votos em 10 cidades. Boa Vista deu 64,5% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Delegado Fabiano declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 94 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Roraima. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 770,1 mil acima da inflação.
Declarou 94 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Roraima em 2016.
- Delegado FabianoR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 11,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 81,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imovel localizado a rua da jaqueira N.610R$ 812,3 milOutros bens imóveis
- Veiculo mercedes bensR$ 170,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo fordR$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo fordR$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Delegado Fabiano declarou ao TSE R$ 186 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 182 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pacaraima (RR) · PSDB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 1.42540,7%
- Outros candidatosR$ 1.42540,7%
- Fundo partidárioR$ 64818,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.85081,5%
- Material impressoR$ 64818,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pacaraima (RR), 2016
Mediana da disputa: R$ 59,2 por voto. Quem venceu, Professor Brune, gastou R$ 24,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 397; o mais barato, R$ 24,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Gordo Do Moto Taxi SOLIDARIEDADER$ 9,1 mil · 23 votosR$ 397
- Paulo Camilo PLR$ 22 mil · 193 votosR$ 113
- Melo REPUBLICANOSR$ 24 mil · 259 votosR$ 91
- Emmanuel Coelho SOLIDARIEDADER$ 12 mil · 136 votosR$ 88,4
- Teco Paixão REPUBLICANOSR$ 26 mil · 322 votosR$ 80,8
- Chico Velho REPUBLICANOSR$ 8,6 mil · 146 votosR$ 59,2
- Laires PPR$ 8,7 mil · 176 votosR$ 49,7
- Prof. Agamenon DEMOCRATAR$ 5,4 mil · 144 votosR$ 37,5
- Dila Santos REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 233 votosR$ 25,3
- Professor Brune PPR$ 7,1 mil · 296 votosR$ 24,1
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 1,7 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.