Déia
Andréia Cristina Rangel Coutinho · nasceu em 1970
Déia se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, recepcionista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Déia declarou R$ 215,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 134,6 mil acima da inflação.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- DéiaR$ 215,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Déia declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 2,8 mil, 11% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Candiota (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.35480,4%
- Fundo eleitoralR$ 33019,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 71853%
- ServiçosR$ 63747%
Quanto custou cada voto: vereadora, Candiota (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,1 por voto. Quem venceu, Fabrício Moraes Bibi, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,5; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Gregorio PSDBR$ 6,9 mil · 109 votosR$ 63,5
- Adão Socca PTR$ 2,8 mil · 52 votosR$ 52,9
- Professor Pedro Sabella PTBR$ 3,5 mil · 74 votosR$ 47,6
- Ronald PTR$ 7,7 mil · 162 votosR$ 47,3
- Fernanda PTR$ 5,3 mil · 114 votosR$ 46,1
- Rosangela PTR$ 2,4 mil · 76 votosR$ 32
- Professor João Roberto PTR$ 2,4 mil · 87 votosR$ 27,1
- Darlan Oliveira PSBR$ 3,1 mil · 122 votosR$ 25,6
- Luana PTR$ 6,4 mil · 274 votosR$ 23,2
- Giselma PTR$ 3,2 mil · 142 votosR$ 22,6
- Fabrício Moraes Bibi MDBR$ 5,4 mil · 259 votosR$ 20,8
- Dirceu Zanatto PTR$ 2,7 mil · 194 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2020, vereadora: 98 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 90 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 107 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 66 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.