Dedé Mendonça
José André de Mendonça · nasceu em 1959
Dedé Mendonça se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PSDB (2004–2008), MOBILIZA (2012), PSB (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior incompleto, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · São José do Campestre (RN)PSB 40333· centro-esquerda· na urna, Dede Mendoncaeleito530 votos
- 2012Vereador · São José do Campestre (RN)MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Dede Mendoncaeleito675 votos
- 2008Vereador · São José do Campestre (RN)PSDB 45666· centro-direita· na urna, Dede Mendoncaeleito520 votos
- 2004Vice-prefeito · São José do Campestre (RN)PSDB 15· centro-direitaNa chapa de Zequinha Borgeschapa não eleita1.301 votos da chapa, 17,8%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dedé Mendonça declarou R$ 25,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 12,4 mil acima da inflação.
Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- Dedé MendonçaR$ 25,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dedé Mendonça declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São José do Campestre (RN) · PL · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, São José do Campestre (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 7,20 por voto. Quem venceu, Ana Clara Borges, gastou R$ 4,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 4,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Geovane Rodrigues PSDBR$ 4,2 mil · 9 votosR$ 472
- Luiz Truvi PPR$ 1,9 mil · 113 votosR$ 16,7
- Celia De Ze Ney PPR$ 6,7 mil · 561 votosR$ 11,9
- Fernando Cruz PPR$ 3,6 mil · 451 votosR$ 8,05
- Vando Da Paraiba PPR$ 2,2 mil · 290 votosR$ 7,72
- Bolinha PPR$ 2,7 mil · 378 votosR$ 7,20
- Preto Potencia PPR$ 3,3 mil · 555 votosR$ 5,96
- Edu De Xico Lico PPR$ 4,2 mil · 713 votosR$ 5,89
- Josélio Do Society PSDBR$ 3,1 mil · 558 votosR$ 5,58
- Alex De Bal PSDBR$ 3,3 mil · 732 votosR$ 4,45
- Ana Clara Borges PPR$ 3,2 mil · 772 votosR$ 4,20
Votos por real
- 2016, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.