Apuração
Vereador · 2008 · PSL

Dede

Henrique Moraes Dede · nasceu em 1951

Dede se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,19← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PSB2008PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PL (2002), PSB (2004), PSL (2008).

Dep. estadualVereadorPartidoPLPSBPSL2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Bela Vista (MS)
    PSL 17123· direita
    suplente258 votos
  2. 2004
    Vereador · Bela Vista (MS)
    PSB 40123· centro-esquerda· na urna, Dedé - Henrique Dedé
    eleito234 votos
  3. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PL 22456· direita· na urna, Henrique Dedé
    suplente397 votos; 143º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Dede teve 397 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 210 candidatos.

Recebeu votos em 12 cidades. Bela Vista deu 75,3% deles.

397 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 397 votos.
  1. Bela Vista (MS)299 votos75,3%
  2. Campo Grande (MS)47 votos11,8%
  3. Bonito (MS)32 votos8,1%
  4. Três Lagoas (MS)5 votos1,3%
  5. Caracol (MS)3 votos0,8%
  6. Sonora (MS)1 voto0,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dede declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 19 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Bela Vista (MS) · PSL · suplente

De onde veio

R$ 12,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,9 mil.
  1. PessoasR$ 7.40657,3%
  2. PartidoR$ 5.42241,9%
  3. Próprio bolsoR$ 1040,8%

Para onde foi

R$ 12,9 mil
O maior gasto foi com outros: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,9 mil.
  1. OutrosR$ 12,8 mil99,2%
  2. EscritórioR$ 1040,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Bela Vista (MS), 2008

Mediana da disputa: R$ 169 por voto. Quem venceu, Marly De Rojas, gastou R$ 66,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 803; o mais barato, R$ 66,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.