Dedé de Eduardo
José Antonio de Souza · nasceu em 1962
Dedé de Eduardo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: PSB (2004), MOBILIZA (2008–2012), MDB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dedé de Eduardo declarou R$ 61,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 15 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Dedé de EduardoR$ 61,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dedé de Eduardo declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ipanguaçu (RN) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.83069,9%
- Próprio bolsoR$ 1.21730,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 77064,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 42535,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ipanguaçu (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 47,3 por voto. Quem venceu, Nestor Neto, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Charllys Enfermeiro PSBR$ 6,1 mil · 41 votosR$ 149
- Professora Jeane Dantas PTR$ 17 mil · 180 votosR$ 94,1
- Tuanny De Francinaldo PSBR$ 7,3 mil · 111 votosR$ 65,7
- Ernandes Da Ambulância PSDBR$ 6,4 mil · 100 votosR$ 64,1
- Toinho Das Caçambas PPR$ 22 mil · 443 votosR$ 50,1
- Batista Bertoldo PSBR$ 20 mil · 413 votosR$ 47,3
- Marluce De Cocó PSDBR$ 10 mil · 227 votosR$ 45,2
- Silvano Lopes PSDBR$ 8,9 mil · 257 votosR$ 34,5
- Mara Kelly De Mário PPR$ 7,9 mil · 232 votosR$ 34
- Nestor Neto PPR$ 7,7 mil · 277 votosR$ 27,8
- Berguinho SOLIDARIEDADER$ 8,2 mil · 356 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2020, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.