Dedé
Andre Gomes Varjão · nasceu em 1961
Dedé se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: AGIR (2004), PT (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dedé declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 77,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- DedéR$ 97,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dedé declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Macururé (BA) · PT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Outros candidatosR$ 35659,5%
- PessoasR$ 24340,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 40567,6%
- OutrosR$ 19432,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Macururé (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,9 por voto. Quem venceu, Romildon, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,7; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adeilton Sobrinho De Nina PPR$ 6,9 mil · 161 votosR$ 42,7
- Tonhá PPR$ 13 mil · 336 votosR$ 39,2
- Ambrozio PPR$ 6,9 mil · 235 votosR$ 29,2
- Jodeilson PC do BR$ 4,6 mil · 186 votosR$ 24,5
- Fábio Maia PSDBR$ 6,5 mil · 271 votosR$ 24,2
- Clotildes PSDBR$ 6,9 mil · 350 votosR$ 19,7
- Ademir Varjão PSDBR$ 6,6 mil · 347 votosR$ 18,9
- Zé Carlos DEMR$ 3,7 mil · 216 votosR$ 17
- Anderson PTR$ 3,4 mil · 220 votosR$ 15,3
- Inácio PTR$ 3,8 mil · 258 votosR$ 14,7
- Gato PTR$ 6,6 mil · 576 votosR$ 11,5
- Romildon PSDR$ 3,5 mil · 330 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2012, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.