Dedé
José Francisco Filho · nasceu em 1960
Dedé se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior incompleto, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dedé declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dedé declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Venturosa (PE) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.94795,3%
- Outros candidatosR$ 1464,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.42546,3%
- Material impressoR$ 85827,9%
- OutrosR$ 71923,4%
- EscritórioR$ 742,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Venturosa (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,6 por voto. Quem venceu, Carlao, gastou R$ 8,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 8,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cacata Da Lotacao PDTR$ 6,9 mil · 37 votosR$ 186
- Valdir Soares PPR$ 15 mil · 374 votosR$ 39,7
- Cido Da Carrapateira PC do BR$ 9,2 mil · 330 votosR$ 28
- Dede PDTR$ 9,7 mil · 419 votosR$ 23,2
- Ricardo De Mano PDTR$ 8,1 mil · 393 votosR$ 20,5
- Paulo Quartel PDTR$ 4,6 mil · 229 votosR$ 20,2
- Nicácio PLR$ 11 mil · 560 votosR$ 19,6
- Zé De Ró PSDBR$ 5,1 mil · 301 votosR$ 16,8
- Valderlan De Deda PSDBR$ 7,5 mil · 693 votosR$ 10,9
- Joao Henrique PSBR$ 5,9 mil · 543 votosR$ 10,8
- Adelson Macedo PPR$ 6 mil · 657 votosR$ 9,14
- Carlao PTBR$ 5,9 mil · 729 votosR$ 8,12
Votos por real
- 2016, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.