Décio Signor
nasceu em 1944
Décio Signor se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 72 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vereador · Rondinha (RS)MDB 15615· centro-direita· na urna, Decio Signorcandidatura não chegou à urna
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Décio Signor declarou R$ 663,8 mil em bens, em reais de hoje: 9,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 263,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 9,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Décio SignorR$ 663,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa de alvenaria rua n. sra do rosárioR$ 292,4 milCasa
- Hyundai HBS20R$ 91,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno rua n. sra do rosárioR$ 89,4 milTerreno
- Escritório de contabilidadeR$ 48,7 milSala ou conjunto
- Ouro banco do brasilR$ 43,2 milCaderneta de poupança
- Terreno rua n. sra. do rosárioR$ 40,6 milTerreno
- Banco do brasil SAR$ 38,5 milConta corrente no país
- CDB banrisulR$ 19,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Décio Signor declarou ao TSE R$ 6,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rondinha (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.21092,9%
- PessoasR$ 3247,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.33551,5%
- TransporteR$ 1.52533,6%
- ServiçosR$ 64814,3%
- OutrosR$ 260,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Rondinha (RS), 2016
Décio Signor: R$ 65,7 por voto (mediana da disputa, R$ 32,8). Quem venceu, Ramon Gsparetto, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 249; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Décio Signor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdomiro Alves (Didio) PPR$ 6 mil · 24 votosR$ 249
- Bete PPR$ 7,2 mil · 45 votosR$ 160
- Ivania Mauat PPR$ 7 mil · 69 votosR$ 101
- Décio Signor MDBR$ 4,5 mil · 69 votosR$ 65,7
- Dudo PPR$ 16 mil · 327 votosR$ 47,5
- Adao De Souza (Pica) PPR$ 6,3 mil · 171 votosR$ 37
- Pergher PPR$ 12 mil · 359 votosR$ 32,8
- Marilaine PPR$ 6,9 mil · 219 votosR$ 31,5
- Adair Menin PPR$ 8,6 mil · 320 votosR$ 26,8
- Renato Zanatta PPR$ 9,4 mil · 353 votosR$ 26,6
- Dejane PPR$ 4,5 mil · 308 votosR$ 14,5
- Ramon Gsparetto PDTR$ 3,6 mil · 250 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.