Debora Camargo
Debora Cristina Machado de Camargo · nasceu em 1977
Debora Camargo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2020.
Passou por 3 partidos: PT (2012), PV (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Debora Camargo declarou R$ 446,8 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 127,3 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Debora CamargoR$ 446,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Debora Camargo declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Tatuí (SP) · PSDB · eleita
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 4.67063,5%
- Próprio bolsoR$ 2.68936,5%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.76936,8%
- InternetTudo de Dlocal Brasil Instituicao De Pagamento S.A.R$ 70814,7%
- EscritórioR$ 30,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Tatuí (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,1 por voto. Quem venceu, Cintia Yamamoto, gastou R$ 7,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 110; o mais barato, R$ 7,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlinhos Mendes CIDADANIAR$ 10 mil · 91 votosR$ 110
- Dr Fabio Menezes PSDBR$ 24 mil · 812 votosR$ 29,8
- Marquinho De Abreu PSDBR$ 32 mil · 1.349 votosR$ 23,9
- Guilherme Orsi MDBR$ 11 mil · 530 votosR$ 21,5
- Bossolan Da Radio PSDBR$ 15 mil · 766 votosR$ 20,1
- Eduardo Sallum PTR$ 34 mil · 1.709 votosR$ 20
- Hiago Daros PRTBR$ 12 mil · 663 votosR$ 18,1
- Paulinho Motos PRTBR$ 18 mil · 1.006 votosR$ 17,7
- Voss PSDBR$ 8,4 mil · 539 votosR$ 15,5
- Professora Rosa MDBR$ 8,3 mil · 601 votosR$ 13,8
- Fábio Villa Nova PPR$ 12 mil · 1.013 votosR$ 12,1
- Cintia Yamamoto PSDBR$ 12 mil · 1.634 votosR$ 7,34
Votos por real
- 2020, vereadora: 204 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 38 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 60 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.