Dé Sippel
André da Fonseca Sippel · nasceu em 1974
Dé Sippel se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2008–2016), PSDB (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Charqueadas (RS)PSDB 10· centro-direitaNa chapa de Ricardo Vargaschapa eleita9.274 votos da chapa, 48,4%
- 2020Vice-prefeito · Charqueadas (RS)PSDB 10· centro-direitaNa chapa de Ricardo Vargaschapa eleita7.035 votos da chapa, 36,8%
- 2016Vice-prefeito · Charqueadas (RS)DEM 18· direitaNa chapa de Ricardo Vargaschapa não eleita8.295 votos da chapa, 42,3%
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulDEM 25050· direitasuplente5.829 votos; 217º mais votado de 545 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dé Sippel teve 5.829 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 217º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 88 cidades. Charqueadas deu 70,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dé Sippel declarou R$ 79,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 219,5 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dé Sippel declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 56 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Charqueadas (RS) · DEM · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.45680,2%
- PartidoR$ 1.10019,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Charqueadas (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 98,9 por voto. Quem venceu, Ricardo Vargas, gastou R$ 31,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 477; o mais barato, R$ 31,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bárbara Tassoni PSBR$ 28 mil · 59 votosR$ 477
- Emilio DEMR$ 27 mil · 60 votosR$ 452
- Janete Silvestrini PDTR$ 41 mil · 206 votosR$ 201
- Marco Aurélio PDTR$ 27 mil · 150 votosR$ 179
- Potóca MDBR$ 25 mil · 161 votosR$ 156
- Luis Paulo PTBR$ 50 mil · 323 votosR$ 155
- Abrahão PSBR$ 63 mil · 641 votosR$ 98,9
- Celio Campos Construtor PDTR$ 25 mil · 359 votosR$ 69,4
- Betânia Guedes MDBR$ 25 mil · 377 votosR$ 66,2
- Abrelino PDTR$ 36 mil · 759 votosR$ 47,3
- Gilvan PDTR$ 26 mil · 787 votosR$ 32,9
- Ricardo Vargas MDBR$ 37 mil · 1.179 votosR$ 31,8
Votos por real
- 2012, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 7 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 105 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.