Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Luiz de Rosso

nasceu em 1952

Luiz de Rosso se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PDT2016PSDB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: PDT (2004–2012), PSDB (2016–2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPDTPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Crissiumal (RS)
    PSDB 45645· centro-direita
    não eleito183 votos
  2. 2016
    Vereador · Crissiumal (RS)
    PSDB 45645· centro-direita· na urna, De Rosso
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Crissiumal (RS)
    PDT 12612· centro-esquerda· na urna, De Rosso
    suplente
  4. 2008
    Vereador · Crissiumal (RS)
    PDT 12612· centro-esquerda
    eleito469 votos
  5. 2004
    Vice-prefeito · Crissiumal (RS)
    PDT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Carlos
    chapa não eleita3.617 votos da chapa, 36,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Luiz de Rosso declarou R$ 208,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 285 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 208,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 145.096 na declaração)

Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Luiz de RossoR$ 208,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 208,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Lote rural n. 82 da secção curupiraR$ 71,8 mil
    Outros bens e direitos
  2. Parte ideal do lote rural n. 84 da secção curupiraR$ 71,8 mil
    Outros bens e direitos
  3. Lote rural n. 84 da secção curupiraR$ 43,1 mil
    Outros bens e direitos
  4. Lote rural n. 81 da secção curupiraR$ 14,4 mil
    Outros bens e direitos
  5. Lote rural n. 84 da secção curupiraR$ 7.182
    Outros bens e direitos
  6. Saldo conta corrente banrisulR$ 138
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Luiz de Rosso declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Crissiumal (RS) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 4.188
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.188.
  1. PessoasR$ 2.71764,9%
  2. Próprio bolsoR$ 1.41533,8%
  3. Outros candidatosR$ 551,3%

Para onde foi

R$ 2.477
O maior gasto foi com serviços: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.477.
  1. ServiçosR$ 1.56463,1%
  2. Material impressoR$ 91336,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Crissiumal (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 55,2 por voto. Quem venceu, Paulinho, gastou R$ 8,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.934; o mais barato, R$ 8,93.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Alexsandro Martins PSOLR$ 3,9 mil · 2 votosR$ 1.934
  • Tiago Bronstrup PSOLR$ 3,9 mil · 4 votosR$ 967
  • Celia PPR$ 3,4 mil · 14 votosR$ 246
  • Aide Ziebert PSDBR$ 3,5 mil · 19 votosR$ 183
  • Fabiane Ritter PSOLR$ 5,7 mil · 34 votosR$ 168
  • Fabio Junior Conrad PTBR$ 5,1 mil · 49 votosR$ 105
  • Loni Gaertner PTR$ 3,7 mil · 67 votosR$ 55,2
  • Faleiro PSDR$ 4,9 mil · 125 votosR$ 39,4
  • Luizinho MDBR$ 3,7 mil · 116 votosR$ 31,5
  • Janice Dalcin Benatti PSDR$ 6,4 mil · 312 votosR$ 20,4
  • Banha MDBR$ 4 mil · 342 votosR$ 11,8
  • Paulinho MDBR$ 3,8 mil · 420 votosR$ 8,93

Votos por real

  • 2020, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 9,2 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.