Apuração
Vereador · 2012 · PTB

Dé Neguinho

Jose Honorio da Silva · nasceu em 1977

Dé Neguinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB2012PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo PTB.

VereadorPartidoPTB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 35 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Araçagi (PB)
    PTB 14567· centro-direita
    suplente317 votos
  2. 2008
    Vereador · Araçagi (PB)
    PTB 14567· centro-direita
    eleito409 votos
  3. 2004
    Vereador · Araçagi (PB)
    PTB 14567· centro-direita· na urna, De Neguim
    eleito400 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dé Neguinho declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Araçagi (PB) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 4.237
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.237.
  1. PessoasR$ 2.16651,1%
  2. Próprio bolsoR$ 2.07148,9%

Para onde foi

R$ 4.237
O maior gasto foi com transporte: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.237.
  1. TransporteR$ 3.26277%
  2. Material impressoR$ 97523%

Quanto custou cada voto: vereador, Araçagi (PB), 2012

Mediana da disputa: R$ 20,1 por voto. Quem venceu, Nena De Didi, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 383; o mais barato, R$ 10,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Germano Publicidade MDBR$ 14 mil · 37 votosR$ 383
  • Carlinho Construção REPUBLICANOSR$ 14 mil · 96 votosR$ 148
  • Dr. Rivelino PSDR$ 9,8 mil · 81 votosR$ 121
  • Graça Irineu REPUBLICANOSR$ 24 mil · 269 votosR$ 88,6
  • Matildes Monteiro PSDR$ 8,5 mil · 110 votosR$ 77
  • Jandilson PSDR$ 7,1 mil · 344 votosR$ 20,6
  • Josilda PLR$ 9,1 mil · 455 votosR$ 20,1
  • Beto Mariano REPUBLICANOSR$ 5,2 mil · 332 votosR$ 15,5
  • Valquiria PSDBR$ 7,7 mil · 499 votosR$ 15,5
  • Léia De Canafistula PSBR$ 5,1 mil · 344 votosR$ 14,7
  • Wellinton De Bida AVANTER$ 6,1 mil · 449 votosR$ 13,6
  • Nena De Didi DEMR$ 5,2 mil · 495 votosR$ 10,4

Votos por real

  • 2012, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.