De
Edegar Luiz Paiva de Oliveira · nasceu em 1963
De se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PC do B (2010), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2010Deputado estadual · ParáPC do B 65888· esquerda· na urna, Edegar do Incranão eleito658 votos; 294º mais votado de 460 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, De teve 658 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 294º lugar entre 460 candidatos.
Recebeu votos em 26 cidades. Cachoeira do Piriá deu 24,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, De declarou R$ 241,3 mil em bens, em reais de hoje: 42 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.
Declarou 42 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- DeR$ 241,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, De declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tomé-Açu (PA) · PL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 42581,3%
- Outros candidatosR$ 9818,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tomé-Açu (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,2 por voto. Quem venceu, Joao Francisco, gastou R$ 3,63 por voto. O voto mais caro custou R$ 202; o mais barato, R$ 3,63.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Arlindo Balieiro PSCR$ 7,1 mil · 35 votosR$ 202
- Patrick PODER$ 18 mil · 268 votosR$ 68
- João Costa PATRIOTAR$ 3,1 mil · 67 votosR$ 46,4
- Aquilino Sanches REPUBLICANOSR$ 7,5 mil · 213 votosR$ 35,3
- Nena Irmã Do Neto PDTR$ 8,6 mil · 368 votosR$ 23,4
- Jijoca DEMR$ 4,2 mil · 378 votosR$ 11,2
- Edicleide PTR$ 3,3 mil · 359 votosR$ 9,16
- Jonas Aguiar PTR$ 3,7 mil · 444 votosR$ 8,39
- Dinho Nipobraz PSCR$ 3,8 mil · 465 votosR$ 8,16
- Junior Piquia PLR$ 6,4 mil · 826 votosR$ 7,75
- Joao Francisco PLR$ 3,4 mil · 940 votosR$ 3,63
Votos por real
- 2020, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 386 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.