Dayana
Dayana Fernandes Gama · nasceu em 1984
Dayana se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), CIDADANIA (2008), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dayana declarou R$ 3.249 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 50,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7% da mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2016.
- DayanaR$ 3.249
- Mediana dos candidatosR$ 48,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,7 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dayana declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 7,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Oliveira de Fátima (TO) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.45750%
- Próprio bolsoR$ 1.45750%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Oliveira de Fátima (TO), 2016
Mediana da disputa: R$ 145 por voto. Quem venceu, Flávio Brito, gastou R$ 84,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 255; o mais barato, R$ 84,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zezim Cardoso DEMR$ 11 mil · 45 votosR$ 255
- Joana Do Liro PLR$ 8,8 mil · 42 votosR$ 209
- Cassimiro PLR$ 8,7 mil · 50 votosR$ 174
- Toto Pereira PLR$ 10 mil · 63 votosR$ 160
- Valton Dias PVR$ 9,5 mil · 62 votosR$ 153
- Filho Gas PLR$ 9,5 mil · 65 votosR$ 146
- Dona Joana PLR$ 8,6 mil · 59 votosR$ 145
- Valdir SOLIDARIEDADER$ 9,8 mil · 68 votosR$ 144
- Gardenia PTBR$ 8,7 mil · 65 votosR$ 134
- Thalliton Mascarenhas CIDADANIAR$ 8,7 mil · 86 votosR$ 102
- Joely Medrado PSBR$ 8,7 mil · 97 votosR$ 90,1
- Flávio Brito DEMR$ 8,5 mil · 101 votosR$ 84,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 0,34 votos por R$ 1.000, 5% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 6,2 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.